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Magazine Luiza, digital mas com calor humano e loja física

Magazine Luiza, digital mas com calor humano e loja física

O nome da plataforma é Magalu, mas podem chama-la de mimo ao cliente em diferentes ações de encantamento.

 

“Magalu: A plataforma digital com calor humano e pontos físicos”, foi o tema da palestra de Rafael Montalvão, gerente de Marketing de E-Commerce do Magazine Luiza no primeiro dia de Francal. Na oportunidade, o especialista listou uma série de cases que enfatizaram a importância da loja física estar integrada com o ambiente virtual, além das formas que engajam os seus consumidores e vendedores.

“Em 1990, a Magazine Luiza começou uma grande revolução: sua loja física possuía apenas um vídeo cassete para demonstrar os produtos. Isso influenciou no tamanho do estoque, redução do número de vendedores e dos custos de estrutura, além de permitir entrar em cidades que não tinha loja física”, apontou Montalvão.

Na visão do gerente, a loja física precisa dar experiência para o consumidor comprar o produto. “É o valor humano, ao contrário do ambiente digital. O E-Commerce que tem loja física vende cerca de 50% a mais. Por isso, oferecemos uma chuva de aplicativos para o vendedor. Ele consegue fazer a venda pelo smartphone, além de acessar, pelo CPF, o histórico de compras do seu cliente e, com isso, recomendar um produto de acordo com o seu perfil. Atualmente, todo o nosso time conta com a tecnologia a seu favor, temos app para o montador, entregador, entre outros.”

“O Super App Magalu é um dos cases da empresa que reflete as vantagens de oferecer benefícios diferentes para o usuário do digital, como ofertas especiais, frete grátis, “favoritar” produtos e verificar a frequência de compra. Outro destaque que merece atenção é a autonomia que os vendedores têm para criar os seus próprios anúncios e, assim, se aproximar com os consumidores da sua região. O sucesso é tanto que os vídeos caseiros feitos pelas equipes das lojas viralizam na internet, e muitos vendedores são procurados para dar autógrafo, além de serem os preferidos pelos clientes para efetuarem as vendas. “Teve uma loja que investiu apenas R$ 150 para fazer o seu vídeo e teve mais de 10 milhões de visualizações no Facebook”, revela.

O anúncio direto do Magazine Luiza no Google também é outra iniciativa virtual que tem boa aceitação e fez com que as vendas crescessem 110%. “Além disso, é preciso inovar, o que chamamos de marketing inovador. Foi o que fizemos com o Black Post para reverter a imagem negativa da Black Friday, que muitos chamaram de ‘Black Fraude’. Nossa ação foi fazer o consumidor comprar um produto no escuro e quando a encomenda chegava em suas mãos, ele era surpreendido com algo muito melhor do que imaginava que iria receber. Em nossa pesquisa de satisfação, descobrimos que mais de 700 pessoas aceitaram a novidade por confiarem na nossa marca”, revelou Rafael.

“Além de todos os exemplos acima, a empresa também inova criando campanhas voltadas para o digital e que acabam disseminando nas redes sociais e, até mesmo, na televisão a pedido dos consumidores. Foi o que aconteceu com o filme de Natal com o foco no “frete grátis”, em que uma estudante fala para a mãe que irá enviar o presente pelo Magazine Luiza e a empresa a leva para visitar a família com “frete grátis” e embalada para presente. A ação emocionou tanto o público que, a pedidos, foi veiculada na TV após o especial de fim de ano do Roberto Carlos.”

Para finalizar, Montalvão disse sobre a importância da marca também se posicionar em relação às causas sociais. Por isso, em todos os canais da rede, existe uma colher que significa “Eu meto a colher sim”, uma forma de apoiar as denúncias envolvendo a violência contra a mulher. Basta clicar no ícone e, automaticamente, a denúncia já é encaminhada para as autoridades.

 

Fonte: Primeira Página.

 

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