Prof. Diego Marconatto
Professor do Doutorado da FDC e Pesquisador de Empresas de Alto Crescimento
A emergência da Inteligência Artificial é comparável ao surgimento da internet: ninguém sabe exatamente onde ela nos levará, mas as mudanças serão certamente gigantescas. Ao emular com precisão nossa linguagem e processos cognitivos, a IA começou automatizando tarefas mais simples e hoje executa ou auxilia funções complexas, como diagnósticos médicos e projetos de engenharia.
Já hoje, estudos de Harvard, MIT e BCG apontam ganhos de até 40% na qualidade das entregas de profissionais que adotam IA, e esses números tendem a crescer à medida que novas aplicações surgem. E, em poucos anos, veremos robôs domésticos, industriais e de escritório dotados dessa “mágica”, reduzindo drasticamente custos e tempo. Ninguém ficará de fora.
Porém, há um alerta essencial que poucos destacam: a implantação bem-sucedida de IA nas médias empresas depende de uma base sólida. Sem esse alicerce, qualquer investimento em tecnologia corre o risco de gerar frustração.
No texto completo, mostramos que base é essa e quais três perguntas os donos e executivos das médias empresas brasileiras precisam responder para estar prontos para a revolução da Inteligência Artificial.