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Publicado em:
10
9/2018

Faturamento do varejo paulista atinge R$ 53,6 bilhões, maior cifra para o mês desde 2013

Segundo a FecomercioSP, manutenção do ritmo de vendas em padrões positivos deve seguir até o fim do ano.



Metatags: Comércio, Varejo, Crescimento, Junho, São Paulo, FecomercioSP

As vendas do comércio varejista no Estado de São Paulo atingiram R$ 53,6 bilhões em junho, alta real de 3,5% em comparação ao mesmo período de 2017. Foi a maior cifra para o mês desde 2013. Assim, o faturamento real do setor registrou elevações de 5,7% no ano e de 5,2% no acumulado de 12 meses.

Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP).

Das nove atividades pesquisadas, sete mostraram aumento em seu faturamento real em relação a junho do ano passado, com destaque para o grupo outras atividades (6,1%) – em que predomina o varejo de combustíveis –e eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (10,5%).

Somadas, essas altas contribuíram para o resultado geral com 2 pontos porcentuais.

Segundo a assessoria econômica da Entidade, os resultados de vendas do varejo em junho afastaram os temores de impactos mais profundos da paralisação dos caminhoneiros sobre a atividade. Esses reflexos ficaram restritos a maio.

Além disso, os resultados de junho, em termos gerais, podem ser qualificados como positivos, considerando os reflexos observados em outros indicadores de atividade, como na indústria, e, principalmente, sobre a inflação, que subiu de forma vigorosa entre maio e junho.

A manutenção do ritmo de vendas em padrões positivos, dessa forma, indica que, ao mesmo tempo que a intenção de consumo permaneceu estável, a tendência para o comportamento do varejo até o fim do ano também segue em patamares otimistas, avalia a FecomercioSP.

As turbulências políticas refletidas no mercado de câmbio e nas Bolsas são elementos importantes para definição do comportamento do varejo até o fim de 2018. No momento, assume-se como tendências, que devem prevalecer até o final do ano, um cenário de inflação sob controle e manutenção e de equilíbrio no quadro institucional e político.

Entretanto, isso não exclui atenção para a intensidade que esses efeitos terão sobre o comportamento futuro dos preços, pois disso dependerá a manutenção do ritmo de vendas observado até agora. Ainda de acordo com a Federação, considerando os resultados recentes de vendas, as projeções apontam para um crescimento anual ao redor de 4% em 2018, um ponto abaixo da estimativa anterior.

Fonte: Assessoria FecomercioSP – Arte: TUTU


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