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Publicado em:
26
3/2018

Calçadistas de Birigui conhecem potencial do mercado francês

Evento promovido pela Abicalçados, com o apoio do Sinbi, apresentou estudo estratégico e a Missão França 2017.



Metatags:

A França é a 6ª economia e o 3º maior importador de calçados do mundo: 37% dos produtos são comprados da Europa e 25% da China. O Produto Interno Bruto (PIB) do país foi de US$2,5 bilhões, em 2016, um crescimento de 1,2%.
Essas e outras informações foram apresentadas no dia 21 de março aos empresários do polo de Birigui, num evento promovido pela Associação Brasileira das Indústrias do Calçado (Abicalçados).

Com o apoio do Sindicato das Indústrias do Calçado e Vestuário de Birigui (Sinbi), os empresários puderam receber informações de um estudo estratégico e a Missão França 2017, realizados pela entidade.

“Na França, 52% da população é feminina e 33% da força de trabalho são executivos sênior ou cargos de gerência. Paris é apenas uma das grandes cidades do país, que incluem Marseille, Lyon, Toulouse e Nice. A moda movimenta em torno de 150 milhões de euros, por ano no país. O segmento feminino responde por 50% do consumo total”, disse Didier Koch, diretor da Altios International, consultoria especializada e contratada pela Abicalçados para levantamento de dados sobre o país.

Quando se trata de calçado, o francês ainda é muito conservador, seja quanto ao material ou seu formato. Então, 50% dos importados são de couro, 70% dos consumidores preferem produtos do material e aceitam pagar mais em função disso. Os sintéticos são vendidos em supermercados, como o Monoprix ou se utilizam de um discurso vegano.

O principal critério de compra, segundo Koch, é o design, seguido pelo conforto, qualidade e preço. Os calçados masculinos representam apenas 32% do consumo e os infantis 18%. Ainda de acordo com o consultor, as forças atribuídas aos fabricantes brasileiros são a presença em todos os segmentos de calçados, qualidade do produto, preço competitivo, participação em feiras internacionais, reconhecida pela fabricação de chinelos e envia catálogos com novas coleções.

Por outro lado, os franceses julgam que o design e forma dos calçados brasileiros nem sempre se adaptam ao padrão francês; variação de preço devido ao câmbio, custos de transporte, pouca ou nenhuma comunicação de marca no mercado são outros pontos que precisam ser melhorados.

Fonte: Assessoria Sinbi


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