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Publicado em:
25
10/2017

Dia do Sapateiro: Conheça 10 curiosidades sobre os calçados

Em comemoração à data, a Francal estende seus cumprimentos a todos os trabalhadores da indústria brasileira de calçados.



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Seja para oferecer conforto e segurança, reafirmar um estilo ou simbolizar status social, os sapatos são um acessório indispensável em praticamente todo o mundo.

No dia 25 de outubro é comemorado o Dia do Sapateiro. A origem da data é incerta. Alguns acreditam que ela remonta ao ano 280, na França, onde dois irmãos produziam calçados para sobreviver enquanto pregavam o cristianismo – então uma religião nova – em seu país.

O que se sabe é que a profissão foi subvalorizada por séculos, até que no início do século 19, o rei Eduardo I da Inglaterra determinou a medida padrão para a produção: um sapato de criança que medisse 13 grãos secos de cevada, por exemplo, recebia o número 13. Esse sistema se universalizou e está na origem da padronização adotada nos dias de hoje.

Para homenagear o Dia do Sapateiro e todos os profissionais que fizeram e fazem do calçado uma arte, o Portal Francal relacionou 10 curiosidades:

1. O salto alto nasceu na França, na corte do rei Luís XIV (1643-1715), a princípio para deixar as pernas do monarca mais delgadas. Automaticamente, a elevação passou a representar um símbolo de status, tanto por aumentar a estatura quanto pelo fato de que seus usuários tinham dificuldade em andar nos calçamentos da França medieval e, por isso, era comum serem transportados em cadeiras carregadas pelos criados.

2. O salto Luís XV nasceu na corte do monarca seguinte (1715-1774). Com formato largo na base e acinturado no meio, é utilizado até hoje. Já no reinado de Luís XVI, os nobres costumavam usar saltos com pequenas pinturas de cenas românticas. Consta que sua esposa, a rainha Maria Antonieta, mantinha um criado exclusivo para cuidar e catalogar seus 500 pares.

3. Muito antes disso, no século 12, o status não era medido pela altura do salto, e sim pelo comprimento da biqueira: quanto maior, mais rico era seu portador. Alguns calçados chegavam a medir 60 centímetros do calcanhar até a extremidade da biqueira, que precisava ser curva.

4. As botas até a coxa também têm uma origem inusitada: eram usadas pelos piratas e serviam para esconder parte de seus roubos. O nome do modelo vem de “booty”, palavra em inglês que significa saque, pilhagem, e derivou em outra palavra, “bootlegging” (contrabando).

5. O uso de formas diferentes para calçar o pé esquerdo e o direito foi adotado por volta de 1822, a partir da criação de dois sapateiros norte-americanos. No início, eram chamados de “sapatos tortos”, mas logo todo mundo percebeu que eram muito mais confortáveis.

6. Os peep toes, tão queridinhos das mulheres de hoje por deixarem os dedos respirar, só passaram a ser aceitos há um tempo relativamente recente. Até os anos 1930/40, deixar os dedos dos pés à mostra era considerado “indecente”.

7. Em 1939, a atriz Judy Garland popularizou os sapatos vermelhos depois de calçá-los no filme O Mágico de Oz, em que viveu a protagonista Dorothy. No livro que deu origem ao filme, o acessório era prateado, mas o roteirista mudou para vermelho – na trama, eles são de rubi – para enfatizar um dos primeiros longas-metragens coloridos do cinema. Um dos 35 pares produzidos para Garland foi arrematado por quase R$ 2 milhões num leilão em 2000, tornando-se o calçado mais caro da história.

8. Aliás, cinema e calçados mantêm uma longa relação de amor. O renomado designer Salvatore Ferragano deve muito de sua fama mundial a Marilyn Monroe, que chegou a ter 40 pares produzidos por ele. Audrey Hepburn era outra fã de Ferragano, e foi uma das “embaixadoras” do modelo flat no final dos anos 50.

9. Isso sem falar de Sarah Jessica Parker, que popularizou a grife Manolo Blahnik – hoje uma das mais caras do mundo – por meio de sua personagem Carrie da série Sex and The City. Fanática por calçados, Sarah acumula centenas de pares de Manolo Blahnik em seu closet e até ganhou do estilista um modelo criado em sua homenagem, batizado de SJP.

10. Mesmo com a produção de calçados em escala industrial, a profissão de sapateiro persiste. Hoje, eles são verdadeiros artistas dedicados a fazer pequenos reparos e aumentar a durabilidade dos calçados, ou então produzir modelos exclusivos e sob medida, o que valoriza ainda mais seu trabalho.

A Francal aproveita o Dia do Sapateiro para estender sua homenagem e seus cumprimentos a todos os trabalhadores da indústria calçadista nacional.

Fonte: PP, com infos da Marie Claire, Blog do Xico, Calendário BR e Portoweb


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