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Publicado em:
6
7/2017

Empresas registram crescimento na Francal 2017

Kidy e Usaflex mantêm expectativas positivas para o segundo semestre.



Metatags:

O diretor da Kidy, empresa de infantis de Birigui/SP, Sérgio Gracia, ficou satisfeito com a Francal 2017. “Batemos a meta ainda no segundo dia, sendo que devemos fechar as contas com 10% mais vendas do que o registrado na feira do ano passado”, comemora o empresário, ressaltando que muito dessa perfomance deve ser atribuída ao acerto na coleção, que para essa edição da mostra trouxe produtos específicos para o Dia das Crianças.

“Também tivemos um bom número de importadores, especialmente da América do Sul. Na feira, abrimos o único mercado do continente que ainda faltava, o Chile, que é bastante difícil, pois possui um acordo de livre comércio com a China e é praticamente dominado pelos calçados asiáticos”, acrescenta.

Para Gracia, o ano deve ser positivo, mesmo com a crise política. “O pior já passou. Se tivermos o mínimo de estabilidade política, certamente teremos um excelente último trimestre. Mas o câmbio – ainda instável – também precisa ajudar, pois a oscilação traz muita insegurança tanto para a indústria como para o comprador”, avalia.
Com uma produção de 20 mil pares diários, a Kidy exporta cerca de 10% da produção para 38 países, número que Gracia quer aumentar para 45 até 2018. Para o ano corrente, a expectativa de Gracia é de um incremento de 18% nas vendas, especialmente embaladas por um investimento de R$ 5 milhões em automação, treinamento, tecnologia e desenvolvimento de novos produtos. “Com esse investimento, também estamos conseguindo segurar o aumento dos preços, que é o mesmo para 80% das nossas linhas há 12 meses”, explica o empresário.

Também influenciada por novos investimentos na marca, a Usaflex, adquirida no final de 2016 por um grupo franco-americano, a empresa colheu resultados de 20% a 30% melhores nesta edição da Francal em relação com a mostra do ano passado.

O gerente comercial da empresa, que produz calçados femininos de alto conforto em Igrejinha/RS, Eduardo Santos, destaca que a crise política afetou as vendas, mas os investimentos em mídia e desenvolvimento, bem como o capital intelectual trazido pelo grupo franco-americano, foram fundamentais para não somente manter a posição da marca, mas para aumentar as vendas no início do ano.

“Para o ano, a nossa expectativa é de crescimento de 27%, expectativa que seria melhor se tivéssemos vivendo um momento político mais estável”, conta. Com uma produção de 25 mil pares diários, a empresa exporta 5% da produção, número que quer aumentar nos próximos anos.

Fonte: Assessoria Abicalçados


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